sexta-feira, 4 de maio de 2012
5 am ? yeah right.
Isto quando é para comprar viagens estou cá eu. Seja para onde for. Nem que seja para o fim do mundo. No que toca a andar de avião, sou uma vendida. Então lá fui eu comprar o bilhete de avião para uma semana de descanso (ou talvez não ) em finais de Maio. Lá comprei o bilhetito, até que atestei que a hora do voo era as 7am. Qual é o mal? Tenho que estar no aeroporto as 5 da manhã e nem viver a 2 min do aeroporto me safa. Deus me acuda. Não podia ser um bocadito mais tarde? É que assim vou viajar em modo zombie, e isso é coisa que a mim não me assiste. Resta-me empregnar de anti-olheiras a ver se a coisa melhora ...
sexta-feira, 27 de abril de 2012
HELL IN HEELS
O que é que leva um homem que pode ter as mulheres todas que quiser aos pés, que tem namorada, a ligar 3 vezes no mesmo dia à mesma mulher, que nem sequer lhe dá trela e que vive a 300km de distância ?
Quanto mais vejo mais chego à conclusão que eles gostam é da caça, gostam de uma mulher confiante, que sabe quem é e o que quer, que sabe que não precisa de um homem para ser feliz. Eles gostam mesmo é das malvadas, que lhes dizem não vezes e vezes sem conta, que os fazem acordar a meio da noite a desejar que o não fosse um sim. Por isso não me venham com tretas, ser boazinha só serve para uma coisa: abusarem da confiança e andarem na rua à caça das "Claudias".
Quanto mais vejo mais chego à conclusão que eles gostam é da caça, gostam de uma mulher confiante, que sabe quem é e o que quer, que sabe que não precisa de um homem para ser feliz. Eles gostam mesmo é das malvadas, que lhes dizem não vezes e vezes sem conta, que os fazem acordar a meio da noite a desejar que o não fosse um sim. Por isso não me venham com tretas, ser boazinha só serve para uma coisa: abusarem da confiança e andarem na rua à caça das "Claudias".
terça-feira, 24 de abril de 2012
sol ...
E parece que o sol voltou a brilhar em Lisboa. Que saudades. Têm sido dias de muito estudo, mas o que eu gosto mesmo é de estudar na varanda.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Há músicas que têm muito de nós. Que contam um bocadinho da nossa história. E esta conta o fim dela. Da minha história com ele. Por isso foi para mim tão importante enviar-lhe aquele e-mail. A contar-lhe o fim da nossa história com aquela música. Não falei, a música disse tudo o que eu queria. Foi como uma golfada de ar, foi como deixar de respirar através do ventilador. Foi assumir perentoriamente, sobretudo perante mim própria, que acabou, que não há volta possível a dar, e que nem o maior amor do mundo se consegue resgatar da ausência de palavras. Agora sou eu, comigo mesma, com o mundo pela frente e uma mão cheia de sonhos.
A pele que há em mim
Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
E o sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
E o sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.
Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu
O caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou.
E o meu corpo esqueceu
O caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou.
Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei
Para lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
Para voltar a viver
Já não sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber.
Já passou, desgastei
Para lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
Para voltar a viver
Já não sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber.
Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada.
O quarto vazio na madrugada
Vou deixar-te no frio da tua fala.
Na vertigem da voz
Quando enfim se cala.
O quarto vazio na madrugada
Vou deixar-te no frio da tua fala.
Na vertigem da voz
Quando enfim se cala.
domingo, 22 de abril de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)

